O que é o Tarot?
Tarot é uma forma de lançamento de cartas. O instrumento é um baralho de cartas, constituido por 22 cartas principais (o chamado Arcano Maior), pelo Arcano Menor (as cartas dos elementos) e as cartas da corte real (cartas das personagens). Ao todo são 78 cartas, das quais o maior número apresenta figuras coloridas. Os baralhos mais conhecidos são o Crowley Tarot e o Raider Waite Tarot.
Como pode o Tarot ajudar-me?
O Tarot dá respostas com base na situação actual, na história e no desenvolvimento futuro de um assunto. O Tarot ajuda a tomar decisões, mostra soluções para os problemas e dá conselhos. Uma vez que o Tarot representa imagens de uma situação, não é possível responder concretamente a perguntas sobre nomes, lugares ou datas certas.
Quais são as perguntas recomendadas?
Já na antiga Grécia dizia-se: "Só deves colocar ao oráculo as perguntas relativamente às quais estás preparado para ouvir qualquer resposta!"
Decisão consciente:
Avisa-se expressamente que o Tarot não toma nenhuma decisão e não sujeita ninguém a um destino irreversível. As cartas devem ser entendidas como instrumento de apoio à decisão, ou como um sinal. O utilizador tem, assim, a possibilidade de ficar consciente, de entender algo. Compreender melhor um assunto, ou um problema e reconhecê-lo, torna mais fácil a tomada de decisões autónomas, conscientes e ponderadas. Nesse sentido vale o que disse Liz Greene: O que acontece dentro de nós está ligado ao que acontece à nossa volta.
Que tipo de perguntas posso fazer?
Sobre o estado actual de um assunto ou desenvolvimento,
Sobre as tendências e perspectivas futuras.
Sobre um conselho para resolver um problema ou conseguir um objectivo.
Sobre as causas e fundamentos de um desenvolvimento.
Qual a melhor decisão ou a mais adequada maneira de actuar.
Para o conhecimento de si próprio, a autognose, e para a auto-experiência.
Quantas vezes é que se pode consultar as cartas?
Quem consulta as cartas poucas vezes e em questões importantes, encontrará mais facilmente uma resposta convincente do que uma pessoa que proceda diáriamente e/ou várias vezes à consulta. Não quer isto dizer que as consultas múltiplas dão respostas erradas. No entanto, as cartas tornam-se uma lupa e o utilizador, concentrando-se em pormenores, perde a noção do assunto na sua globalidade. Uma pessoa que procura diáriamente a cruz céltica difícilmente será capaz de encontrar o correspondente a todas as 10 cartas nos acontecimentos diários. Uma pessoa que consulta a cruz de seis em seis meses, encontrará uma boa orientação.
Em princípio, uma pessoa só deverá consultar as cartas novamente quando as tendências da anterior consulta se realizaram ou quando se verifica uma alteração significativa na pessoa ou no ambiente do utilizador.
É possível consultar as cartas para pessoas ausentes?
Sim, é possível, mas apenas com o consentimento da pessoa e/ou um interesse justificado. Tal interesse presume-se existente quando, por exemplo, o utilizador mantem uma relação com o outro. Aí, a consulta das cartas pode servir para saber qual é o estado da relação. No entanto, uma pessoa que tenta entrar na intimidade de outra por curiosidade ou sensacionalismo , sem o consentimento daquela, não receberá respostas válidas das cartas. Nalguns casos, as cartas até podem esclarecer a motivação do utilizador.
As consultas também se fazem por telefone, e-mail, sms, messenger etc?
Há algum tempo começou a prática das consultas pré-pagas à distância, utilizando os meios modernos de comunicação.
Pessoalmente considero fundamental que uma pessoa com um problema na sua vida tenha contacto directo com a pessoa à qual pede um conselho.
Nas nossas conversas não falamos de situações banais como o estado do tempo ou o da telenovela da moda, mas de situações importantes da vida pessoal que devem ser tratadas frente a frente, num ambiente tranquilo e sem influências externas.
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